(4+4) - (4+ 4) = 0
(4 /4) -(4 - 4) = 1
(4 /4) + (4/ 4) = 2
(4 +4+ 4) / 4 = 3
4°+4°+ 4°+ 4° = 4
4 + 4 - 4 + 4º = 5
4!/ 4 + (4 - 4) = 6
4!/ 4 + (4 / 4) = 7
4!/ 4 + (4° + 4°) = 8
4!/ 4 + (4 - 4°) = 9
4!/ 4 + (4² / 4) = 10
4!/ 4 + (4° + 4) = 11
4!/ 4 + (4! / 4) = 12
4² - 4 + (4 / 4) = 13
4² - 4 + (4° + 4°) = 14
4² - 4 + (4 - 4°) = 15
4² - 4 + (4² / 4) = 16
4² - 4 + (4 + 4°) = 17
4² - 4 + (4! / 4) = 18
4² + 4 - (4 / 4) = 19
4² + 4 - (4 - 4) = 20
4² + 4 + (4 / 4) = 21
4² + 4 + (4° + 4°) = 22
4² + 4 + (4 - 4°) = 23
4² + 4 + (4² /4) = 24
4² + 4 + (4 + 4°) = 25
4² + 4 + (4!/ 4) = 26
4² + (4² - 4) - 4° = 27
(4² + 4²) - (4²/ 4) = 28
(4² + 4²) - (4 - 4°) = 29
(4² + 4²) - (4° + 4°) = 30
(4² + 4²) - (4/ 4) = 31
(4² + 4²) - (4- 4) = 32
(4² + 4²) + (4/ 4) = 33
(4² + 4²) + (4°+ 4°) = 34
(4² + 4²) + (4- 4°) = 35
(4² + 4²) + (4²/4) = 36
(4² + 4²) + (4° + 4) = 37
(4² + 4²) + (4!/4) = 38
(4³ - 4!) - (4/4) = 39
(4³ - 4!) - (4-4) = 40
(4³ - 4!) + (4/4) = 41
(4³ - 4!) + (4° +4°) = 42
(4³ - 4!) + (4-4°) = 43
(4³ - 4!) + (4²/4) = 44
(4³ - 4!) + (4° +4) = 45
(4³ - 4!) + (4!/4) = 46
(4³ - 4²) - (4/4) = 47
(4³ - 4²) + (4-4) = 48
(4³ - 4²) + (4/4) = 49
(4³ - 4²) + (4° + 4°) = 50
(4³ - 4²) + (4 - 4°) = 51
(4³ - 4²) + (4² /4) = 52
(4³ - 4²) + (4 + 4°) = 53
(4³ - 4²) + (4!/ 4) = 54
(4³ - 4) - (4 + 4°) = 55
(4³ - 4) - (4² / 4) = 56
(4³ - 4) - (4 - 4°) = 57
(4³ - 4) - (4° + 4°) = 58
(4³ - 4) - (4 / 4) = 59
(4³ - 4) - (4 - 4) = 60
(4³ - 4) + (4 / 4) = 61
(4³ - 4) + (4° + 4°) = 62
(4³ - 4) + (4 - 4°) = 63
(4³ - 4) + (4²/ 4) = 64
(4³ - 4) + (4° + 4) = 65
(4³ - 4) + (4!/ 4) = 66
(4³ + 4) - (4/ 4) = 67
(4³ + 4) - (4- 4) = 68
(4³ + 4) + (4/ 4) = 69
(4³ + 4) + (4° + 4°) = 70
(4³ + 4) + (4 - 4°) = 71
(4³ + 4) + (4²/ 4) = 72
(4³ + 4) + (4 + 4°) = 73
(4³ + 4) + (4!/ 4) = 74
(4³ + 4²) - (4 + 4°) = 75
(4³ + 4²) - (4²/ 4) = 76
(4³ + 4²) - (4 - 4°) = 77
(4³ + 4²) - (4° + 4°) = 78
(4³ + 4²) - (4 / 4) = 79
(4³ + 4²) - (4 - 4) = 80
(4³ + 4²) + (4 / 4) = 81
(4³ + 4²) + (4° + 4°) = 82
(4³ + 4²) + (4 - 4°) = 83
(4³ + 4²) + (4² / 4) = 84
(4³ + 4²) + (4° + 4) = 85
(4³ + 4²) + (4! / 4) = 86
4³ + 4! - (4/ 4) = 87
4³ + 4! - (4- 4) = 88
4³ + 4! + (4/ 4) = 89
4³ + 4! + (4° + 4°) = 90
4³ + 4! + (4 - 4°) = 91
4³ + 4! + (4² / 4) = 92
4³ + 4! + (4 + 4°) = 93
4³ + 4! + (4!/ 4) = 94
4! * 4 - (4 / 4) = 95
4! * 4 + (4-4) = 96
4!* 4+ (4/4) = 97
4!* 4+ (4° + 4º) = 98
4!* 4+ (4 - 4º) = 99
4³ + 4! + (4² - 4) = 100
sábado, 29 de setembro de 2012
Problemas e curiosidades matemáticas
A divisão dos 35 camelos (cap. 3).
O pagamento de 8 pães com 8 moedas (cap. 4).
A proporção da quantia devida pelo mercador de jóias (cap. 5).
Os quatro quatros - Como obter todos os números de 1 a 100, exceto o 41, com quatro algarismos 4 e as operações fundamentais. (cap. 7).
A soma das parcelas da dívida (cap. 7).
A divisão dos 21 vasos de vinho (cap. 8).
Números perfeitos (cap. 10).
A venda de 60 melões por preços diferentes (cap. 12.)
O cálculos dos grãos de trigos das casas do tabuleiro de xadrez (cap. 16).
A venda das 90 maçãs (cap. 17).
O problema dos 3 marujos (cap. 19).
A metade do tempo da prisão perpétua (cap. 21).
O problema das pérolas do rajá (cap. 23).
A fórmula matemática da beleza (cap. 24).
As 16 curiosidades numéricas do Alcorão (cap. 26).
As raízes quadradas dos números 2025, 3025 e 9801 (cap. 28).
A lenda da divisão de 3 por 3 (cap. 30).
O enigma dos discos brancos e pretos (cap. 31).
As curiosidades do número 40 (cap. 32).
O Problema de Delos (cap. 33).
A Trissecção do cubo (cap. 33).
A Quadradura do círculo (cap. 33).
As escravas de olhos pretos e azuis (cap. 34).
O curioso número 142857.
Citações
Capítulo 5
"Ingrato é aquele que esquece a pátria e os amigos da infância, quando tem a felicidade de encontrar, na vida, o oásis da prosperidade e da fortuna." - Beremiz Samir.
"Da incerteza do cálculo é que resulta o indiscutível prestígio da Matemática." - Beremiz Samir.
Capítulo 6
"É preciso desconfiar sete vezes do cálculo, e cem vezes do calculista." - Provérbio indiano dito pelo rei El-Harit, na anedota contada por Iezid Abul-Hamid.
Capítulo 8
"A Geometria existe, como já disse o filósofo, por toda a parte. É preciso, porém, olhos para vê-la, inteligência para compreendê-la e alma para admirá-la." - Beremiz Samir.
Capítulo 13
"O homem só vale pelo que sabe. Saber é poder. Os sábios educam pelo exemplo e nada há que avassale o espírito humano mais suave e profundamente do que o exemplo." - Beremiz ao califa Al-Motacém. "O infiel dirá que se trata de simples coincidência! Aquele, porém, que acredita em Deus e tem a glória de seguir os ensinamentos do Santo Profeta Mafoma (com ele a oração e a paz!) sabe que as chamadas coincidências não seriam possíveis se Allah não as escrevesse no livro do Destino!" - Beremiz em preleção ao califa Al-Motacém.
Capítulo 14
"Cultivar a ciência pela utilidade prática, imediata, é desvirtuar a alma da própria ciência!" - Beremiz para o califa e seus convidados. "Por ter alto valor no desenvolvimento da inteligência e do raciocínio, é a Matemática um dos caminhos mais seguros por onde podemos levar o homem a sentir o poder do pensamento, a mágica do espírito." - Beremiz para o califa e seus convidados. "Sem o sonho e a fantasia a ciência se abastarda." - Beremiz para o califa e seus convidados.
Capítulo 16
"Infeliz daquele que toma sobre os ombros o compromisso de uma dívida cuja grandeza não pode avaliar com a tábua de cálculo de sua própria argúcia. Mais avisado é o que muito pondera e pouco promete!" - Sessa ao rei Iadava, na lenda do jogo de xadrez contada por Beremiz.
Capítulo 23
"O pior sábio é aquele que freqüenta os ricos; o maior dos ricos é o que freqüenta os sábios!" - Marajá Cluzir Schá em saudação a Beremiz.
Capítulo 33
"Cultivar o estudo é ação altamente meritória aos olhos de Deus! Propagar a ciência é uma prece! Cultivar a ciência é uma guerra santa!" - Atribuído a Maomé segundo Beremiz.
"No dia do julgamento (…) a tinta gasta pelos sábios e o sangue derramado pelos mártires serão pesados na mesma balança." - Atribuído a Maomé segundo Beremiz.
Capítulo 34
"Louvado seja Allah, que criou a Mulher, o Amor e a Matemática." - Narrador da história de Beremiz.
"Ingrato é aquele que esquece a pátria e os amigos da infância, quando tem a felicidade de encontrar, na vida, o oásis da prosperidade e da fortuna." - Beremiz Samir.
"Da incerteza do cálculo é que resulta o indiscutível prestígio da Matemática." - Beremiz Samir.
Capítulo 6
"É preciso desconfiar sete vezes do cálculo, e cem vezes do calculista." - Provérbio indiano dito pelo rei El-Harit, na anedota contada por Iezid Abul-Hamid.
Capítulo 8
"A Geometria existe, como já disse o filósofo, por toda a parte. É preciso, porém, olhos para vê-la, inteligência para compreendê-la e alma para admirá-la." - Beremiz Samir.
Capítulo 13
"O homem só vale pelo que sabe. Saber é poder. Os sábios educam pelo exemplo e nada há que avassale o espírito humano mais suave e profundamente do que o exemplo." - Beremiz ao califa Al-Motacém. "O infiel dirá que se trata de simples coincidência! Aquele, porém, que acredita em Deus e tem a glória de seguir os ensinamentos do Santo Profeta Mafoma (com ele a oração e a paz!) sabe que as chamadas coincidências não seriam possíveis se Allah não as escrevesse no livro do Destino!" - Beremiz em preleção ao califa Al-Motacém.
Capítulo 14
"Cultivar a ciência pela utilidade prática, imediata, é desvirtuar a alma da própria ciência!" - Beremiz para o califa e seus convidados. "Por ter alto valor no desenvolvimento da inteligência e do raciocínio, é a Matemática um dos caminhos mais seguros por onde podemos levar o homem a sentir o poder do pensamento, a mágica do espírito." - Beremiz para o califa e seus convidados. "Sem o sonho e a fantasia a ciência se abastarda." - Beremiz para o califa e seus convidados.
Capítulo 16
"Infeliz daquele que toma sobre os ombros o compromisso de uma dívida cuja grandeza não pode avaliar com a tábua de cálculo de sua própria argúcia. Mais avisado é o que muito pondera e pouco promete!" - Sessa ao rei Iadava, na lenda do jogo de xadrez contada por Beremiz.
Capítulo 23
"O pior sábio é aquele que freqüenta os ricos; o maior dos ricos é o que freqüenta os sábios!" - Marajá Cluzir Schá em saudação a Beremiz.
Capítulo 33
"Cultivar o estudo é ação altamente meritória aos olhos de Deus! Propagar a ciência é uma prece! Cultivar a ciência é uma guerra santa!" - Atribuído a Maomé segundo Beremiz.
"No dia do julgamento (…) a tinta gasta pelos sábios e o sangue derramado pelos mártires serão pesados na mesma balança." - Atribuído a Maomé segundo Beremiz.
Capítulo 34
"Louvado seja Allah, que criou a Mulher, o Amor e a Matemática." - Narrador da história de Beremiz.
sábado, 22 de setembro de 2012
Glossário do Livro
Capítulo 1
“Alá” ou “Allah” – Deus. Os árabes designam o Criador por quatrocentos e noventa e nove nomes diferentes. Os muçulmanos, sempre que pronunciam o nome de Deus, acrescentam-lhe uma expressão de alto respeito e adoração. O Deus dos muçulmanos é o mesmo Deus dos cristãos. Os muçulmanos são rigorosamente monoteístas.
Capítulo 2
Khamat de Maru, cidade situada na base do Monte Ararat. Khói fica no vale desse mesmo nome e é banhada pelas águas que descem das montanhas de Salmas (Malta Tahan).
Calculistas Famosos.
bagdáli- Indivíduo natural de Bagdá.
Capítulo 3
caravançará- Refúgio construído pelo governo ou por pessoas piedosas à beira do caminho, para servir de abrigo aos peregrinos. Espécie de rancho de grandes dimensões em que se acolhiam as caravanas.
jamal - Uma das muitas denominações que os árabes dão ao camelo
Capítulo 4
Sippar- Antiga aldeia nos arredores de Bagdá
el-Hilleh- Pequena povoação na estrada de Báçora
cheique- Termo de respeito que se aplica, em geral, aos sábios, religiosos e pessoas respeitáveis pela idade ou posição social
vizires-é o termo para ministro. Califa é o soberano dos muçulmanos. Os califas diziam-se sucessores de Maomé. A ele era concedido o título honroso de Comendador dos Crentes.
Maomé -Fundador do Islamismo, a religião dos árabes. Nasceu em Meca no ano 571 e morreu em 632. Uma das personalidades mais notáveis da história
Mac Allah-Exclamação usual entre muçulmanos que significa “Poderoso Deus”. Leia-se: Maque-alá.
Capítulo 5
chamir- Chefe de caravana
Timão ou tomão – moeda persa de ouro.
Alá sobre ti, meu menino - Deus lhe proteja
almenara - Torre de que são providas as mesquitas. Das almenaras, ou minaretes, o muezim chama os fiéis à prece.
Desculpe-nos, mas ainda não conseguimos terminar este glossário para vocês. Peço um pouco de paciência por enquanto.
“Alá” ou “Allah” – Deus. Os árabes designam o Criador por quatrocentos e noventa e nove nomes diferentes. Os muçulmanos, sempre que pronunciam o nome de Deus, acrescentam-lhe uma expressão de alto respeito e adoração. O Deus dos muçulmanos é o mesmo Deus dos cristãos. Os muçulmanos são rigorosamente monoteístas.
Capítulo 2
Khamat de Maru, cidade situada na base do Monte Ararat. Khói fica no vale desse mesmo nome e é banhada pelas águas que descem das montanhas de Salmas (Malta Tahan).
Calculistas Famosos.
bagdáli- Indivíduo natural de Bagdá.
Capítulo 3
caravançará- Refúgio construído pelo governo ou por pessoas piedosas à beira do caminho, para servir de abrigo aos peregrinos. Espécie de rancho de grandes dimensões em que se acolhiam as caravanas.
jamal - Uma das muitas denominações que os árabes dão ao camelo
Capítulo 4
Sippar- Antiga aldeia nos arredores de Bagdá
el-Hilleh- Pequena povoação na estrada de Báçora
cheique- Termo de respeito que se aplica, em geral, aos sábios, religiosos e pessoas respeitáveis pela idade ou posição social
vizires-é o termo para ministro. Califa é o soberano dos muçulmanos. Os califas diziam-se sucessores de Maomé. A ele era concedido o título honroso de Comendador dos Crentes.
Maomé -Fundador do Islamismo, a religião dos árabes. Nasceu em Meca no ano 571 e morreu em 632. Uma das personalidades mais notáveis da história
Mac Allah-Exclamação usual entre muçulmanos que significa “Poderoso Deus”. Leia-se: Maque-alá.
Capítulo 5
chamir- Chefe de caravana
Timão ou tomão – moeda persa de ouro.
Alá sobre ti, meu menino - Deus lhe proteja
almenara - Torre de que são providas as mesquitas. Das almenaras, ou minaretes, o muezim chama os fiéis à prece.
Desculpe-nos, mas ainda não conseguimos terminar este glossário para vocês. Peço um pouco de paciência por enquanto.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Paródia e Música
Que homem é esse ?
No deserto, em seu camelo
ali havia um homem que sabia calcular
Somar, multiplicar e fazer divisão
Que homem é esse ?
(O homem que calculava)
Que homem é esse?
(O homem que calculava)
Que homem é esse?
(o Homem que calculava)
De férias para Bagdá iá iá iá
Mostrou o quanto era fluente
Na linguagem dos números
Naquela vila, tudo em paz
Na confusão o meu descanso, mas o
homem anda solto
Resolvendo as contas e documentos fieis
Ao descanso do patrão
Que homem é esse ?
(O homem que calculava)
Que homem é esse?
(O homem que calculava)
Que homem é esse?
(o Homem que calculava)
Aquele cara, se foi
Piada para alguns
Mas o Beremiz vai fica rico
Vai faturar um milhão
Quando resolver todos os problemas
Ele não vai desistir, não
Que homem é esse ?
(O homem que calculava)
Que homem é esse?
(O homem que calculava)
Que homem é esse?
(o Homem que calculava)
Música original
Que País É Esse? - Legião Urbana
Nas favelas, no Senado
Sujeira pra todo lado
Ninguém respeita a Constituição
Mas todos acreditam no futuro da nação
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
No Amazonas, no Araguaia iá, iá,
Na baixada fluminense
Mato grosso, Minas Gerais e no
Nordeste tudo em paz
Na morte o meu descanso, mas o
Sangue anda solto
Manchando os papeis e documentos fieis
Ao descanso do patrão
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Terceiro mundo, se foi
Piada no exterior
Mas o Brasil vai fica rico
Vamos faturar um milhão
Quando vendermos todas as almas
Dos nossos indios num leilão
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
No deserto, em seu camelo
ali havia um homem que sabia calcular
Somar, multiplicar e fazer divisão
Que homem é esse ?
(O homem que calculava)
Que homem é esse?
(O homem que calculava)
Que homem é esse?
(o Homem que calculava)
De férias para Bagdá iá iá iá
Mostrou o quanto era fluente
Na linguagem dos números
Naquela vila, tudo em paz
Na confusão o meu descanso, mas o
homem anda solto
Resolvendo as contas e documentos fieis
Ao descanso do patrão
Que homem é esse ?
(O homem que calculava)
Que homem é esse?
(O homem que calculava)
Que homem é esse?
(o Homem que calculava)
Aquele cara, se foi
Piada para alguns
Mas o Beremiz vai fica rico
Vai faturar um milhão
Quando resolver todos os problemas
Ele não vai desistir, não
Que homem é esse ?
(O homem que calculava)
Que homem é esse?
(O homem que calculava)
Que homem é esse?
(o Homem que calculava)
Música original
Que País É Esse? - Legião Urbana
Nas favelas, no Senado
Sujeira pra todo lado
Ninguém respeita a Constituição
Mas todos acreditam no futuro da nação
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
No Amazonas, no Araguaia iá, iá,
Na baixada fluminense
Mato grosso, Minas Gerais e no
Nordeste tudo em paz
Na morte o meu descanso, mas o
Sangue anda solto
Manchando os papeis e documentos fieis
Ao descanso do patrão
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Terceiro mundo, se foi
Piada no exterior
Mas o Brasil vai fica rico
Vamos faturar um milhão
Quando vendermos todas as almas
Dos nossos indios num leilão
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
Que país é esse?
terça-feira, 11 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Biografia
Malba Tahan ou Júlio César de Mello e Souza (1111 - 1921)
Celebrizou-se como Malba Tahan. Foi um caso raro de professor que ficou quase tão famoso quanto um craque do futebol. Em classe, lembrava um ator empenhado em cativar a platéia. Escolheu a mais temida das disciplinas, a Matemática. Criou uma didática própria e divertida, até hoje viva e respeitada. Ainda está para nascer outro igual.
Exímio contador de histórias, o escritor árabe Malba Tahan nasceu em 1885 na aldeia de Muzalit, Península Arábica, perto da cidade de Meca, um dos lugares santos da religião muçulmana, o islamismo. A convite do emir Abd el-Azziz ben Ibrahim, assumiu o cargo de queimaçã (prefeito) da cidade árabe de El-Medina. Estudou no Cairo e em Constantinopla. Aos 27 anos, recebeu grande herança do pai e iniciou uma longa viagem pelo Japão, Rússia e Índia. Morreu em 1921, lutando pela libertação de uma tribo na Arábia Central.
A melhor prova de que Malba Tahan foi um magnífico criador de enredos é a própria biografia de Malba Tahan. Na verdade, esse personagem das areias do deserto nunca existiu. Foi inventando por outro Malba Tahan, que de certo modo também não existiu efetivamente: tratava-se apenas do nome de fantasia, o pseudônimo, sob o qual assinava suas obras o genial professor, educador, pedagogo, escritor e conferencista brasileiro Júlio César de Mello e Souza. Na vida real, Júlio nunca viu uma caravana atravessar um deserto. As areias mais quentes que pisou foram as das praias do Rio de Janeiro, onde nasceu em 6 de maio de 1895. Júlio César era assim, um tipo possuído por incontrolável imaginação. Precisava apenas inventar um pseudônimo, mas aproveitava a ocasião e criava um personagem inteiro.
Malba Tahan e Júlio César formaram uma dupla de criação que produziu 69 livros de contos e 51 de Matemática. Mais de dois milhões de exemplares já foram vendidos. A obra mais famosa, O Homem que Calculava, está na 38e edição. Com o seu pseudônimo, Júlio César propunha problemas de Aritmética e Álgebra com a mesma leveza e encanto dos contos das Mil e Uma Noites. Com sua identidade real, foi um criativo e ousado professor, que estava muito além do ensino exclusivamente teórico e expositivo da sua época, do qual foi um feroz crítico. "O professor de Matemática em geral é um sádico", acusava. "Ele sente prazer em complicar tudo." Um sucesso feito de trabalho duro, lances de esperteza e muita imaginação.
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PDF do Livro O Homem que Calculava
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O Homem que Calculava
aventuras de um singular calculista persa é um romance infanto-juvenil do escritor brasileiro Malba Tahan (heterônimo do professor Júlio César de Mello e Souza), que narra as aventuras e proezas matemáticas do calculista persa Beremiz Samir na Bagdá do século XIII. Foi publicado pela primeira vez em 1938 e já chegou a sua 75ª edição.
A narrativa, dentro da paisagem do mundo islâmico medieval, trata das peripécias matemáticas do protagonista, que resolve e explica, de modo extraordinário, diversos problemas, quebra-cabeças e curiosidades da matemática. Inclui, ainda, lendas e histórias pitorescas, como, por exemplo, a lenda da origem do jogo de xadrez e a história da filósofa e matemática Hipátia de Alexandria. Sem ser um livro didático, tem, contudo, uma forte tonalidade moralista.
Sucesso de vendas no Brasil, tendo sido lida por várias gerações de leitores, a obra foi traduzida para o espanhol, o inglês, o italiano, o alemão e o francês.
Uma versão em formato digital do livro (PDF) está disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral.
O livro
O Homem que Calculava, narra a passagem de Beremiz por Bagdá, onde se encontra diante de vários desafios e enigmas matemáticos. Em sua 70ª edição em 2007, o livro é a grande obra de Malba Tahan, que teve a sua primeira edição em 1939. Foi traduzido para o alemão, o inglês, nos Estados Unidos e na Inglaterra, o Italiano, o espanhol e o catalão. O Homem que Calculava é indicado como livro paradidático em vários países. Sob a forma de um romance, o livro trás alguns problemas, quebra cabeças, curiosidades e a história da matemática. O autor, por ser um grande estudioso da cultura islã, faz sempre referências à essa cultura no livro, dando uma real impressão de que tudo ocorreu mesmo entre beduínos do deserto, xeques, vizires, magos, princesas e sultões.
Quem conta a história de Beremiz Samir é Hank-Tade-Maiá, que primeiramente fica admirado com a habilidade de Beremiz com números de ordens superiores. Durante a narrativa pelo deserto, se deparam com diversos problemas matemáticos do cotidiano das pessoas que encontram, e por sua grande habilidade matemática, Beremiz é respeitado e admirado por onde passava.
Durante a narrativa, o autor cita grandes nomes da história da matemática, como Al-Kharismi, Aristósteles, Euclides, Hipátia, Pitágoras e Platão. O livro remete a muitos fatos históricos e mitológicos da matemática, podendo ser utilizado para atrair o público escolar para o gosto pela matemática. Todos os problemas encontrados, são de resolução não-mecânica, sem fórmulas, obrigando ao leitor a pensar sobre o problema para resolvê-lo, com isso, o professor pode mostrar aos alunos como a matemática, apesar de ser uma ciência, não é baseada somente em fórmulas, axiomas e postulados.
A obra não tem, em nenhum momento, o intuito de ensinar matemática ou formalizar os problemas nos quais os personagens estão envolvidos, apesar do livro conter em seu apêndice explicações e resoluções detalhadas dos enigmas desvendados por Bememiz. Dentre os problemas mais citados do livro temos:
O Problema dos 35 Camêlos
O Problema dos Quatro Quatros
O Problema dos 21 Vasos
Todos esses problemas, podem ter as suas resoluções esclarecidas pelo apêndice do livro ou encontradas facilmente na internet. Alguns outro problemas se encontram incompletos ou errados em algumas fontes na internet, portanto é necessário conferir os resultados refazendo o problema ou comparando duas respostas ou mais.
A aplicação do livro ao ensino de matemática pode ser feita através da resolução dos problemas, sendo que o nível de dificuldade dos problemas deve estar de acordo com a indicação da série onde podem ser aplicados e o respectivo conteúdo matemático envolvido na sua resolução.
Comentários sobre o livro
Tive contato com o livro pela primeira vez na quinta série, não numa leitura completa, mas um professor de matemática chegou a mostrar um dos problemas do livro. Antes de ler o livro, achava que era uma obra que só tinha problemas, e não uma história com personagens envolvidos. É uma leitura fácil, porém, já que o objetivo da leitura era o trabalho da disciplina, foi uma leitura mais cuidadosa e demorada. Dos problemas encontrados no livro, tentei resolver alguns e achei muito interessante a experiência, são problemas que mesmo já tento visto grande carga matemática durante o curso de Física, essa matemática toda não ajudou em nada. É um livro para pensar. Durante a pesquisa para o trabalho gostei de poder ler algumas coisas sobre o autor, assim como foram falados nos seminários, todo matemático tem algo de "louco" em sua vida. Sobre a recomendação deste livro para trabalhos/seminários, foi uma boa escolha, pois por tem vários trechos que citam personagens e fatos da história da matemática.
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